A VignaVita não nasceu em um escritório ou em um plano de negócios; ela nasceu em volta da mesa. Sabe aquele barulho da rolha saindo, o som do vinho caindo na taça e as risadas que acompanham as nossas tradições de família? Foi aí que tudo começou.
Decidi transformar esse amor pela cultura italiana em um projeto de vida, trazendo para perto o que mais me emociona: vinhos que têm alma.
Por que VignaVita?
O nome é o lembrete diário do que importa:
Vigna: O respeito pela terra, pela videira e pelo tempo que a natureza pede. É a raiz de tudo.
Vita: A vida que acontece enquanto a gente brinda. Os encontros, os abraços e o prazer de saborear o agora.
Juntei as duas porque acredito que um bom vinho é, na verdade, um elo entre o solo da Itália e a alegria de casa.
Curadoria com Coração
Minha busca é pessoal. Viajo pela Itália não atrás de grandes indústrias, mas de pessoas. Quero encontrar produtores que tratam o vinho como uma extensão da própria família. São enólogos independentes e vinícolas pequenas que preferem a verdade do sabor à perfeição das máquinas. Para mim, o terroir não é um termo técnico; é o sotaque da terra que a gente sente em cada gole.
Menos Rótulos, Mais Memórias
Não quero ter o maior catálogo do mundo, mas sim o mais especial. A seleção é enxuta porque cada garrafa precisa ter um motivo para estar ali. Pode ser a história de uma família que cuida da mesma vinha há gerações ou a ousadia de um jovem produtor que resolveu fazer algo novo.
Mais do que importar vinhos, eu quero encurtar distâncias. Quero ser a ponte que traz um pedacinho da Toscana ou do Piemonte direto para a sua mesa. Cada taça da VignaVita é um convite: para viajar sem sair do lugar, para brindar à vida e para criar lembranças que fiquem, muito depois que a garrafa terminar.
Salute!