| 1 x de R$703,00 sem juros | Total R$703,00 | |
| 2 x de R$351,50 sem juros | Total R$703,00 | |
| 3 x de R$234,33 sem juros | Total R$703,00 | |
| 4 x de R$175,75 sem juros | Total R$703,00 | |
| 5 x de R$140,60 sem juros | Total R$703,00 | |
| 6 x de R$117,17 sem juros | Total R$703,00 |
Amarone se faz com o tempo que o tempo pede. As uvas — Corvina, Corvinone e Rondinella — são colhidas nos fileiras que a temporada revelou melhores em maturação e sanidade, dispostas em caixas e deixadas secar pelo processo tradicional de appassimento por três meses. O que entra na prensa é fruta concentrada, intensa, com densidade que o vinho fresco jamais alcançaria.
O Amarone 2019 do Lavagnoli matura por 24 meses em tonneaux novos de carvalho francês de 500 litros — escolha que adiciona estrutura e integração sem apagar a identidade do appassimento. Produção anual de apenas 2.000 garrafas. Na taça: rubi granata com reflexos alaranjados. Perfume intenso e elegante — floral, fruta vermelha madura, tabaco e couro. Em boca, potência e elegância em equilíbrio. Para caça, brasados, chocolate amargo ou simplesmente meditação. Guarda de 15 a 20 anos.

Andrea Lavagnoli abriu a cantina em 2015 em Pigozzo, no Vale do Squaranto — um dos vales laterais menos conhecidos da denominação Valpolicella, a leste de Verona. Sua família cultivava uvas na região por décadas, vendendo-as a terceiros. Andrea decidiu vinificar.
O Vale do Squaranto fica fora do circuito turístico do Valpolicella Classico — e é exatamente isso que define o caráter dos vinhos de Andrea: appassimento feito sem pressa industrial, respeito pelo terroir local de calcário e argila, produção pequena e criteriosa. O Amarone, carro-chefe da cantina, é produzido em apenas 2.000 garrafas por ano.
É um produtor jovem com fome de fazer algo duradouro. Em Pigozzo, sem a pressão da fama, Andrea Lavagnoli constrói vinhos que falam do lugar onde crescem.
