| 1 x de R$270,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 2 x de R$135,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 3 x de R$90,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 4 x de R$67,50 sem juros | Total R$270,00 | |
| 5 x de R$54,00 sem juros | Total R$270,00 | |
| 6 x de R$45,00 sem juros | Total R$270,00 |
A Barbera é o vinho que o piemontês bebe no cotidiano — ácida o suficiente para acompanhar qualquer molho, frutal o suficiente para dispensar ritual. A família Prandi produz cerca de 400 caixas desta Barbera d'Alba por ano, exclusivamente de vinhas próprias em Diano d'Alba. Leveduras nativas, sem colagem, mínima ou nenhuma filtração.
Na taça: cor rubi vívida com reflexos violáceos. Perfume de violeta, ameixa, cereja preta — o que um produtor americano que importa este vinho descreve como "pureza e drinkability total". Em boca, a acidez típica da Barbera sustenta tudo com presença de fruta, corpo médio e final limpo. Um vinho de prazer imediato. Serve com massas, salames, carnes grelhadas. Temperatura: 16–17°C.

A cantina Prandi tem raízes na década de 1920, quando Farinetti Cav. Majorino começa a comercializar o vinho da família em Diano d'Alba. Nos anos 1960, seu sobrinho Giovanni assume. Hoje é Alessandro Prandi, filho de Giovanni, quem conduz a propriedade — cerca de 20.000 garrafas por ano, exclusivamente de vinhas próprias.
A especialidade da casa é o Dolcetto de Diano d'Alba, cultivado em dois Sorì históricos: Cristina e Colombè. Diano d'Alba foi a primeira denominação italiana a delimitar oficialmente os Sorì — microclimas de excelência vitivinícola dentro do município. Em dialeto langarolo, "Sorì" indica a posição de vinhedo com microclima particularmente favorável para a viticultura.
Fermentação com leveduras nativas, mínima intervenção, respeito à terra e ao que ela quer expressar. Uma família pequena, um catálogo enxuto, vinhos que falam de Diano d'Alba com a precisão de quem nunca saiu de lá.
