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No Piemonte, o Dolcetto é o vinho da segunda-feira. Não por ser inferior — mas por ser generoso sem exigir devolução. A família Prandi, especialista em Dolcetto de Diano d'Alba há gerações, produz este Langhe Dolcetto com uvas de vinhas jovens ou de parcelas fora dos Sorì históricos. É o ponto de entrada para entender a qualidade da família.

Cor rubi intenso com reflexo violeta. Perfume vinoso com nota floral de cereja e pêssego — o típico final amandolato que define o Dolcetto piemontês autêntico. Sem taninos duros, acidez moderada. Temperatura de serviço: 16°C. Ideal com antipasto piemontês, pizza, salumi, queijos frescos. Abrir e beber — sem expectativas além do prazer.

Ícone Tipo
Tipo
Tinto – 750ml
Ícone Região
Região
Piemonte
Ícone Uva
Uva
Dolcetto
Ícone Produtor
Produtor
Giovanni Prandi
Ícone Teor Alcoólico
Teor Alcoólico
12,5%
Ícone Safra
Safra
2025
Ícone Temperatura de Serviço
Temperatura de Serviço
14° a 16°C
Ícone Harmonização
Harmonização
Antipasto piemontês, pizza, salumi, queijos frescos

 


 

Giovanni Prandi | VignaVita

A cantina Prandi tem raízes na década de 1920, quando Farinetti Cav. Majorino começa a comercializar o vinho da família em Diano d'Alba. Nos anos 1960, seu sobrinho Giovanni assume. Hoje é Alessandro Prandi, filho de Giovanni, quem conduz a propriedade — cerca de 20.000 garrafas por ano, exclusivamente de vinhas próprias.

A especialidade da casa é o Dolcetto de Diano d'Alba, cultivado em dois Sorì históricos: Cristina e Colombè. Diano d'Alba foi a primeira denominação italiana a delimitar oficialmente os Sorì — microclimas de excelência vitivinícola dentro do município. Em dialeto langarolo, "Sorì" indica a posição de vinhedo com microclima particularmente favorável para a viticultura.

Fermentação com leveduras nativas, mínima intervenção, respeito à terra e ao que ela quer expressar. Uma família pequena, um catálogo enxuto, vinhos que falam de Diano d'Alba com a precisão de quem nunca saiu de lá.