Do Valpolicella ao Barolo, cada tinto da seleção VignaVita carrega um produtor, uma família e uma história: Voerzio Martini e seus crus de Langhe, o Brunello di Montalcino da Castello Tricerchi e da Le Potazzine, o raro Ghemme DOCG da Mirù, o Bramaterra da Odilio Antoniotti, e o Amarone e Valpolicella da Cantina Lavagnoli. Mas tem espaço também para os desconhecidos e os vinhos de entrada — Dolcetto, Bardolino, Schiava — leves, fáceis de beber, ainda raros por aqui. Produção pequena, produtor de família, garrafa com história.